• Shopping Cidade das Artes

Opções de lazer, entretenimento e serviços devem ser o futuro para os shoppings

Com a retomada da economia e da normalidade pós pandemia COVID-19, muitos negócios precisam repensar sua forma de atuação, o tom da comunicação a fim de continuar a prestar serviços ao público. Com o crescimento do e-commerce, que só no primeiro trimestre pontuou 57,4% comparado ao mesmo período do ano anterior, fica evidente que o modo de consumo do usuário sofreu drástica mudança e influência diretamente na forma de aquisição de bens, produtos e serviços.


Um setor fortemente impactado pela Covid certamente foi o comércio, que consequentemente afetou duramente os shopping centers. Com esse impacto, eles precisam se reinventar e atualizar-se com as necessidades de hoje e amanhã, para manter a atração do público, que acabaram se acostumando com a opção do comércio eletrônico.

Para isso, os shoppings deverão focar suas atividades em opções de entretenimento e lazer, a fim de movimentar e trazer o público para dentro do espaço. Segundo pesquisas, o tempo médio de um comprador dentro de um shopping center é cerca de duas horas. A ideia aqui é criar uma rotatividade no público para que eles venham ao shopping para passear e sejam induzidos a realizar compras neste mesmo momento.


Com a reabertura dos shoppings, 6 em cada 10 visitantes já voltaram a frequentar shoppings centers e 64% pretendem continuar a realizar suas compras tanto no online, quanto no off-line.


Você pode conferir essa pesquisa aqui!


A TRANSFORMAÇÃO DO VAREJO FÍSICO


Com as experiências do mercado digital, os shoppings terão com tendência utilizar serviços mais amplos e personalizados para oferecer a melhor experiência ao usuário. Assim como o digital usa métricas para balancear suas estratégias, os shoppings precisarão de um modelo semelhante para entender esse comportamento. Um exemplo disso é usar o sinal de Wi-fi para cadastrar os usuários e medir com que frequência eles tendem a retornar ao empreendimento.


Existe a real necessidade de o shopping ser ativo em sua relação com o comprador. Criar experiências e ser mais completo possível e fornecer ricos serviços para fidelizar este novo consumidor e gerar o comportamento de retorno.


Uma fusão entre o físico e digital


É necessário estar ao redor do cliente e de certa forma “cerca-lo”. É imprescindível que os shoppings criem sua identidade virtual e ofereçam seus serviços por meio de marketplaces próprios, com opções de retirada na loja ou em um drive-thru e até envio. Oferecer experiências além do tradicional, compra e venda, não será mais o atrativo principal, pois o cliente busca por novas formas de consumo e atração.


A grande sacada será: ter visão mais ampla das necessidades, desejos e hábitos destes consumidores, alinhando tudo isso com um mix de serviços atrativos, gerando experiências na visitação, criando um elo com o consumidor.


Será necessária uma estratégia diária assertiva, para que possam atrair e manter por mais tempo os consumidores que, por sua vez, se tornam potenciais clientes. É preciso entender que existe, de certa forma, uma correlação entre tempo de permanência em estabelecimentos e gastos/compras no local.


A Deloitte, especializada em consultorias e auditorias entregou um estudo que aponta tendências e previsões relacionadas ao futuro dos shoppings centers. Nesse estudo, que você pode acessar clicando aqui , cria e enumera 5 pontos que devem receber atenção para acompanhar a transformação do setor:


Foco na segurança e conveniência


Aqui, tanto o shopping como o lojista devem procurar uma forma equilibrada de atender os desejos dos consumidores através de uma experiência de compras fácil, segura e que foque no novo cenário a de interação social, ou seja, entregar tudo isso com menor contato possível entre eles.


Repense o papel da loja


A loja deixa de ser apenas um grande mostruário de produtos físicos para se tornar uma experiência de compra. Showrooms, pop-up stores, ideias interativas serão a nova jornada do cliente na loja. O famoso “cliente caroço” que só entra para olhar, será a base para todo o comportamento do local.


Abra o caminho para a “revolução da comida”


Experiências gastronômicas tem potencial de atrair visitantes e compradores devido a variedade de opções que existem. Já é muito comum hoje os visitantes irem ao shopping apenas para desfrutar da praça de alimentação e muitos shoppings já perceberam isso criando espaços “gourmets” destinados a experiências mais elaboradas de sabor e espaço. É preciso ficar de olho nessa onda, pois é provável que ela se torna a principal atração que levará os visitantes ao shopping.


Abrace a tecnologia


A presença digital nunca foi tão forte como nos dias de hoje. Ela pode alimentar uma rica experiência com seus serviços, como pode negativar seus produtos. A fusão entre o online e offline está cada vez mais presente e ajuda a criar e possibilitar uma experiência animadora, que envolve o comprador e torna sua estadia mais agradável.



Torne-se um novo destino, seja a opção


O shopping é um ponto de encontro de uma cidade. Seja para reuniões comerciais, bate-papos, compras, lazer ou até tomar um simples sorvete. Aqui é onde as pessoas buscam por momentos e novas experiências. Entender isso e potencializar a forma como eles veem o shopping pode ajudar a alavancar seus visitantes e consecutivamente suas vendas.

A mescla por espaços destinados a pets, coworkings e outros, tornam o shopping um espaço multisserviço. Os lojistas que também se adequarem a isso, criando interativas experiências de no varejo, criam mais possiblidades de alcançar o cliente de potencial para efetivo



Se você quer investir e procura por um espaço aberto a novas experiências e que já nasce com essa mentalidade, conheça o Shopping Cidade das Artes e traga sua marca para o primeiro shopping de Embu das Artes

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